A gestora de investimentos Kinea, controlada pelo Itaú, comprou uma fatia minoritária, em torno de 20%, na varejista de vestuário Lojas Avenida, de Cuiabá. Conforme antecipou ontem o Valor Pro, a companhia receberá um aporte de cerca de R$ 200 milhões. A Kinea terá a opção de dobrar sua participação em até cinco anos.

Fundada em 1978 como uma companhia de tecidos, a Lojas Avenida pertence à família Caselli. Com 105 lojas, a varejista não é focada nos consumidores das classes C e D. A estratégia não é crescer em cidades de menor porte, onde as concorrentes C&A, Renner, Riachuelo e Marisa muitas vezes não vão.

Lojas Avenida faturou R$ 540 milhões no ano passado e planeja atingir R$ 1 bilhão em até três anos, quando poderá ser realizado uma oferta pública inicial de ações (IPO, na sigla em inglês). Seu portfólio inclui produtos para cama, mesa e banho, além de vestuário.

O aporte do Kinea deve ajudar a Lojas Avenida a acelerar os planos de expansão. Neste ano, a companhia, que permanecerá sob o comando da família fundadora, pretende abrir 30 lojas. Antes, a companhia tinha fôlego para inaugurar apenas 10 unidades.

O Kinea pretende renegociar as dívidas da empresa. O maior credor não é o Banco do Brasil, informa uma fonte, segundo a qual a relação entre dívida líquida e Ebitda (lucro antes de juros, impostos, amortização e depreciação) da Lojas Avenida não é próxima a uma vez, patamar considerado baixo.
A gestora de investimentos Kinea, controlada pelo Itaú, comprou uma fatia minoritária, em torno de 20%, na varejista de vestuário Lojas Avenida, de Cuiabá. Conforme antecipou ontem o Valor Pro, a companhia receberá um aporte de cerca de R$ 200 milhões. A Kinea terá a opção de dobrar sua participação em até cinco anos.

Fundada em 1978 como uma companhia de tecidos, a Lojas Avenida pertence à família Caselli. Com 105 lojas, a varejista não é focada nos consumidores das classes C e D. A estratégia não é crescer em cidades de menor porte, onde as concorrentes C&A, Renner, Riachuelo e Marisa muitas vezes não vão.

Lojas Avenida faturou R$ 540 milhões no ano passado e planeja atingir R$ 1 bilhão em até três anos, quando poderá ser realizado uma oferta pública inicial de ações (IPO, na sigla em inglês). Seu portfólio inclui produtos para cama, mesa e banho, além de vestuário.

O aporte do Kinea deve ajudar a Lojas Avenida a acelerar os planos de expansão. Neste ano, a companhia, que permanecerá sob o comando da família fundadora, pretende abrir 30 lojas. Antes, a companhia tinha fôlego para inaugurar apenas 10 unidades.

O Kinea pretende renegociar as dívidas da empresa. O maior credor não é o Banco do Brasil, informa uma fonte, segundo a qual a relação entre dívida líquida e Ebitda (lucro antes de juros, impostos, amortização e depreciação) da Lojas Avenida não é próxima a uma vez, patamar considerado baixo.
Desde 2011, quando assumiu o comando dos negócios, Rodrigo Caselli, filho do meio do fundador Aílton, tinha planos de atrair um fundo de 'private equity'. Por intermédio da butique financeira Target, os fundadores da Avenida aproximaram-se do Kinea, em 2013. No total, a Lojas Avenida foi avaliada em R$ 1 bilhão. Lojas Avenida, Kinea e Target não quiseram comentar o assunto. Extremamente pulverizado, o varejo de moda no Brasil faturou cerca de R$ 170 bilhões no ano passado, segundo estimativa do Instituto de Estudos e Marketing Industrial (Iemi). A consolidação do setor tem sido impulsionada pelo apetite de investidores financeiros. A transação de grande porte mais recente, realizada em dezembro, foi a venda de uma fatia de 70% da Dudalina para as gestoras Advent e Warburg Pincus (WP), ambas americanas. Com faturamento de cerca de R$ 500 milhões e mais de 90 lojas próprias, a Dudalina foi avaliada em R$ 800 milhões, apurou o Valor. Também no fim do ano passado, a gestora de 'private equity' 2bCapital, controlada pelo Bradesco e Banco Espírito Santo (BES), acertou a compra de uma fatia minoritária na varejista de moda masculina Aramis. A 2bCapital injetou cerca de R$ 100 milhões na Aramis para ficar com uma fatia que pode alcançar até 49% em cinco anos, informou uma fonte próxima ao negócio.
Desde 2011, quando assumiu o comando dos negócios, Rodrigo Caselli, filho do meio do fundador Aílton, tinha planos de atrair um fundo de 'private equity'. Por intermédio da butique financeira Target, os fundadores da Avenida aproximaram-se do Kinea, em 2013. No total, a Lojas Avenida foi avaliada em R$ 1 bilhão. Lojas Avenida, Kinea e Target não quiseram comentar o assunto. Extremamente pulverizado, o varejo de moda no Brasil faturou cerca de R$ 170 bilhões no ano passado, segundo estimativa do Instituto de Estudos e Marketing Industrial (Iemi). A consolidação do setor tem sido impulsionada pelo apetite de investidores financeiros. A transação de grande porte mais recente, realizada em dezembro, foi a venda de uma fatia de 70% da Dudalina para as gestoras Advent e Warburg Pincus (WP), ambas americanas. Com faturamento de cerca de R$ 500 milhões e mais de 90 lojas próprias, a Dudalina foi avaliada em R$ 800 milhões, apurou o Valor. Também no fim do ano passado, a gestora de 'private equity' 2bCapital, controlada pelo Bradesco e Banco Espírito Santo (BES), acertou a compra de uma fatia minoritária na varejista de moda masculina Aramis. A 2bCapital injetou cerca de R$ 100 milhões na Aramis para ficar com uma fatia que pode alcançar até 49% em cinco anos, informou uma fonte próxima ao negócio.
Kinea Compra 20% da Lojas Avenida

Por: Marina Falcão

Valor Econômico: Kinea Compra 20% da Lojas Avenida

Por: Marina Falcão

A gestora de investimentos Kinea, controlada pelo Itaú, comprou uma fatia minoritária, em torno de 20%, na varejista de vestuário Lojas Avenida, de Cuiabá. Conforme antecipou ontem o Valor Pro, a companhia receberá um aporte de cerca de R$ 200 milhões. A Kinea terá a opção de dobrar sua participação em até cinco anos.

Fundada em 1978 como uma companhia de tecidos, a Lojas Avenida pertence à família Caselli. Com 105 lojas, a varejista não é focada nos consumidores das classes C e D. A estratégia não é crescer em cidades de menor porte, onde as concorrentes C&A, Renner, Riachuelo e Marisa muitas vezes não vão.

Lojas Avenida faturou R$ 540 milhões no ano passado e planeja atingir R$ 1 bilhão em até três anos, quando poderá ser realizado uma oferta pública inicial de ações (IPO, na sigla em inglês). Seu portfólio inclui produtos para cama, mesa e banho, além de vestuário.

O aporte do Kinea deve ajudar a Lojas Avenida a acelerar os planos de expansão. Neste ano, a companhia, que permanecerá sob o comando da família fundadora, pretende abrir 30 lojas. Antes, a companhia tinha fôlego para inaugurar apenas 10 unidades.

O Kinea pretende renegociar as dívidas da empresa. O maior credor não é o Banco do Brasil, informa uma fonte, segundo a qual a relação entre dívida líquida e Ebitda (lucro antes de juros, impostos, amortização e depreciação) da Lojas Avenida não é próxima a uma vez, patamar considerado baixo.

Por intermédio da butique financeira Target Advisor, os fundadores da Avenida aproximaram-se do Kinea, em 2013.

Desde 2011, quando assumiu o comando dos negócios, Rodrigo Caselli, filho do meio do fundador Aílton, tinha planos de atrair um fundo de ‘private equity’. Por intermédio da butique financeira Target Advisor, os fundadores da Avenida aproximaram-se do Kinea, em 2013.
No total, a Lojas Avenida foi avaliada em R$ 1 bilhão. Lojas Avenida, Kinea e Target Advisor não quiseram comentar o assunto.

Extremamente pulverizado, o varejo de moda no Brasil faturou cerca de R$ 170 bilhões no ano passado, segundo estimativa do Instituto de Estudos e Marketing Industrial (Iemi).

A consolidação do setor tem sido impulsionada pelo apetite de investidores financeiros. A transação de grande porte mais recente, realizada em dezembro, foi a venda de uma fatia de 70% da Dudalina para as gestoras Advent e Warburg Pincus (WP), ambas americanas. Com faturamento de cerca de R$ 500 milhões e mais de 90 lojas próprias, a Dudalina foi avaliada em R$ 800 milhões, apurou o Valor.

Também no fim do ano passado, a gestora de ‘private equity’ 2bCapital, controlada pelo Bradesco e Banco Espírito Santo (BES), acertou a compra de uma fatia minoritária na varejista de moda masculina Aramis. A 2bCapital injetou cerca de R$ 100 milhões na Aramis para ficar com uma fatia que pode alcançar até 49% em cinco anos, informou uma fonte próxima ao negócio.

 

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